
Não adianta ser longa a Viagem ou muito distante o último horizonte a ser atingido um dia sempre voltamos para nós mesmos e descobrimos que estamos em casa onde tudo um dia começou. Podemos morrer na tempestade em alto mar no deserto atrás de uma borboleta de ouro mas quando desfalece o corpo o espírito se liberta e achamo-nos novamente no mesmo lugar em que demos o primeiro choro, o primeiro passo. Se você for céu, haverá céu nessa hora se você for relâmpago, haverá muita chuva o lugar de início será o mesmo lugar onde deixaremos de existir porque longe pode ser também um lugar dentro da gente. Quando rompemos a placenta da barriga gestora fundamos ali um marco historial o céu ou o inferno desenvolveremos a partir dali e de nós e seremos depositados no mesmo lugar em que demos o primeiro passo na existência desse plano dimensional. Na hora final todos os nossos momentos passarão com um filme rápido em nossa mente atiçada e a nossa última lágrima de dor ou a nossa alegria de libertação então se fará ouvir como se o último passo fosse também o primeiro agora de resgate, ou do recomeço. Seremos recolhidos para sermos pesados no espírito a evolução, a conquista do mérito ou o aumento do débito terrestre,depois seremos remarcados para o horror de termos que voltar.(Tudo de nosso, até o pleno aprendizado devido) Ou libertos para sempre do inferno da terra onde o tempo é algoz.
A Viagem, portanto, é sempre dentro de nós.
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